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Ágata Martins Advocacia
Por Dra. Ágata Martins· OAB/RJ 235.739 · IBDFAM

Regulamentação de Visitas · OAB/RJ 235.739

Formalizar o convívio, para pais, avós e outros familiares.

Quando o contato com a criança precisa de regras claras — e de respaldo jurídico.

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ACORDOS CONSTRUÍDOS

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Contexto

O direito de convívio vai além dos pais

Regulamentar visitas é formalizar, de forma consensual ou judicial, como e quando acontece o convívio entre a criança e quem não vive com ela no dia a dia. É comum associar o tema apenas a pais separados, mas o Código Civil, no parágrafo único do art. 1.589 — incluído pela Lei 12.398/2011 —, estendeu esse direito de visita também aos avós.

Quando o convívio é dificultado sem justificativa razoável, a regulamentação formal dá segurança jurídica para que a relação não dependa apenas da boa vontade de quem detém a guarda.

Meu trabalho é ajudar a família a construir um regime de convivência claro e, quando necessário, buscar a regulamentação judicial para garantir que ele seja respeitado.

Sobre

Quem vai conduzir o seu processo

Advogada Ágata Martins, especialista em Direito de Família, OAB/RJ 235.739
“Cada processo carrega uma história — meu trabalho é conduzi-la com técnica, clareza e cuidado.”

Sou advogada de família com atuação dedicada ao Direito de Família e das Sucessões. Atendo clientes em todo o Brasil e brasileiros que vivem fora do país.

Cada situação familiar tem sua própria complexidade — patrimonial, emocional ou de convivência. Meu papel é entender o contexto de cada cliente e indicar o caminho mais adequado, sempre priorizando clareza e segurança jurídica.

Por isso priorizo soluções consensuais e extrajudiciais sempre que possível. Atuo como mediadora e facilitadora — para que o acordo seja claro, justo e legalmente seguro para todas as partes envolvidas.

OAB/RJ 235.739

Inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil

Formação e associações

  • Pós-graduada em Direito de Família e Processo Civil
  • Membro do IBDFAM — Instituto Brasileiro de Direito de Família
  • Especialização em Mediação de Conflitos
+5

anos de atuação dedicada

+100

acordos construídos

+300

famílias atendidas

+10 países

clientes atendidos no exterior

Por que regulamentar a convivência

Convívio com regras claras para todos

Direito de convívio de avós e familiares

A lei reconhece a convivência entre avós e netos, e entre a criança e outros familiares próximos, como um direito que pode ser regulamentado quando dificultado sem motivo razoável.

Regras claras, por escrito

Definir dias, horários e forma de contato reduz o espaço para conflito e dá previsibilidade tanto para a criança quanto para os adultos envolvidos.

Cumprimento respaldado judicialmente

Quando o convívio é dificultado mesmo após um acordo, a regulamentação judicial dá instrumentos legais para garantir que ele seja efetivamente cumprido.

100% online ou presencial

Reuniões e orientação por videochamada e assinatura digital — de qualquer lugar do Brasil ou do exterior. Também atendo presencialmente.

Próximo passo

O primeiro passo é entender como está o convívio hoje

Conte quem busca o convívio, como ele acontece atualmente e o que está sendo dificultado. A partir disso, oriento se o caminho é o acordo ou a regulamentação judicial.

Confidencial · Sem compromisso · Resposta em até 2h (dias úteis) ou 4h (fins de semana)

Veja também: guarda compartilhada · alienação parental

Dúvidas Frequentes

Perguntas que recebo com frequência

Respostas diretas para as principais dúvidas sobre regulamentação de visitas e convivência familiar.

Só os pais têm direito à regulamentação de visitas?

Não. Embora o caso mais comum envolva pais separados, o parágrafo único do art. 1.589 do Código Civil, incluído pela Lei 12.398/2011, reconhece expressamente o direito de visita dos avós, observados os interesses da criança. Esse direito pode ser regulamentado judicialmente quando o contato é dificultado sem justificativa razoável, e em situações específicas outros familiares próximos também podem pleitear o convívio.

Como funciona a regulamentação de visitas para avós?

Assim como entre pais, o ideal é buscar primeiro um acordo direto sobre dias e horários de convívio. Na falta de consenso, é possível buscar a regulamentação judicial, demonstrando o vínculo existente e o interesse da criança em manter esse contato.

O que conta como descumprimento da regulamentação de visitas?

Impedir o contato combinado sem justificativa, atrasar reiteradamente a entrega da criança ou dificultar a comunicação de outras formas podem caracterizar descumprimento — situação que admite medidas judiciais para garantir o cumprimento do que foi definido.

A criança pode recusar a visita?

A vontade da criança é levada em consideração, principalmente conforme a idade e a maturidade, mas não é, isoladamente, motivo para suspender um convívio já regulamentado. Recusas recorrentes merecem investigação sobre a causa, inclusive para identificar se há influência indevida de algum dos adultos envolvidos.

É possível restringir ou suspender o direito de visita de um familiar?

Sim, em situações que representem risco real à criança. Assim como ocorre entre pais, o critério central é sempre o melhor interesse da criança, não o direito do adulto ao convívio.

Regulamentação de visitas e guarda compartilhada são a mesma coisa?

Não. A guarda compartilhada trata das responsabilidades e decisões sobre a vida da criança entre os pais. A regulamentação de visitas define especificamente os dias e horários de convívio — e pode envolver, inclusive, pessoas que não detêm a guarda, como os avós.

Quanto custa regulamentar as visitas?

Por normas da OAB, não divulgo tabelas de honorários publicamente. O valor envolve:

  • Honorários advocatícios, proporcionais à complexidade do caso
  • Eventuais custas processuais, quando não há acordo
  • Elaboração do regime de convivência, quando aplicável

Após uma conversa inicial, apresento uma proposta de honorários detalhada e personalizada, sem compromisso.

Quanto tempo demora uma regulamentação de visitas?

Havendo acordo entre as partes, o regime de convivência pode ser formalizado em poucas semanas. Sem consenso, o processo judicial tende a levar mais tempo, especialmente quando envolve estudo psicossocial.

Não encontrou sua dúvida?

Cada caso tem suas particularidades. Me conte o seu — respondo pessoalmente.

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Primeiro passo

Pronto para organizar o convívio com a criança?

A primeira conversa é confidencial e sem compromisso. Conte como está a situação hoje — eu escuto, esclareço dúvidas e indico o caminho mais adequado.

Respondo em até 2h em dias úteis e 4h aos fins de semana — no seu fuso horário.

Prefere escrever? [email protected]