Planejamento Sucessório · OAB/RJ 235.739
Organizar a sucessão
enquanto ainda se pode decidir.
Menos imposto, menos conflito e menos surpresa para quem fica.
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ACORDOS CONSTRUÍDOS
OAB/RJ
235.739
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Contexto
Quem não planeja a sucessão deixa a decisão para um processo
Sem planejamento, a transmissão do patrimônio acontece por inventário: um procedimento que custa tempo, impostos e, com frequência, relações familiares. Com planejamento, boa parte disso é definida em vida, por quem construiu o patrimônio.
O ponto de partida é entender o limite: havendo herdeiros necessários — descendentes, ascendentes e cônjuge — metade do patrimônio é reservada a eles por lei. É a chamada legítima. A outra metade, a parte disponível, pode ser destinada livremente.
Dentro desse desenho cabem vários instrumentos: doação em vida com reserva de usufruto, testamento sobre a parte disponível, escolha do regime de bens e, em patrimônios maiores, estruturas societárias familiares. Meu trabalho é montar a combinação que faz sentido para cada família.
Sobre
Quem vai conduzir o seu processo

“Cada processo carrega uma história — meu trabalho é conduzi-la com técnica, clareza e cuidado.”
Sou advogada de família com atuação dedicada ao Direito de Família e das Sucessões. Atendo clientes em todo o Brasil e brasileiros que vivem fora do país.
Cada situação familiar tem sua própria complexidade — patrimonial, emocional ou de convivência. Meu papel é entender o contexto de cada cliente e indicar o caminho mais adequado, sempre priorizando clareza e segurança jurídica.
Por isso priorizo soluções consensuais e extrajudiciais sempre que possível. Atuo como mediadora e facilitadora — para que o acordo seja claro, justo e legalmente seguro para todas as partes envolvidas.
OAB/RJ 235.739
Inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil
Formação e associações
- Pós-graduada em Direito de Família e Processo Civil
- Membro do IBDFAM — Instituto Brasileiro de Direito de Família
- Especialização em Mediação de Conflitos
anos de atuação dedicada
acordos construídos
famílias atendidas
clientes atendidos no exterior
Por que planejar em vida
Decisões tomadas por quem
construiu o patrimônio
Respeito à legítima dos herdeiros
Havendo herdeiros necessários, metade do patrimônio é reservada por lei. Todo planejamento sério começa por respeitar esse limite — o que ignora acaba anulado depois.
Doação em vida com reserva de usufruto
É possível transmitir bens em vida mantendo para si o uso e os frutos — como continuar morando no imóvel ou recebendo seus aluguéis — até o falecimento.
Menos conflito entre herdeiros
Boa parte das brigas de inventário nasce da ausência de definição prévia. Deixar as escolhas documentadas em vida reduz drasticamente esse espaço de disputa.
100% online ou presencial
Reuniões e orientação por videochamada, de qualquer lugar do Brasil — ou presencialmente, no Rio de Janeiro.
Próximo passo
O primeiro passo é mapear
patrimônio e família
Conte quem são os herdeiros e quais bens compõem o patrimônio. A partir disso, oriento quais instrumentos fazem sentido — e quais seriam esforço desnecessário no seu caso.
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Veja também: testamento · inventário e partilha de bens
Dúvidas Frequentes
Perguntas que recebo com frequência
Respostas diretas para as principais dúvidas sobre planejamento sucessório e doação em vida.
O que é planejamento sucessório?
É o conjunto de medidas tomadas em vida para organizar a transmissão do patrimônio, reduzindo custos, tempo e conflito no momento da sucessão. Pode envolver doações, testamento, escolha de regime de bens, seguros e estruturas societárias — combinados conforme o perfil de cada família.
Posso deixar meus bens para quem eu quiser?
Só parcialmente. Havendo herdeiros necessários — descendentes, ascendentes ou cônjuge —, metade do patrimônio constitui a legítima e é reservada a eles por lei. A outra metade, a parte disponível, pode ser destinada livremente, inclusive a pessoas fora da família.
Não havendo herdeiros necessários, a liberdade de disposição é bem maior.
Doação em vida para um filho tira a parte dele na herança?
Em regra, a doação de pais para filhos é considerada adiantamento da legítima: o valor é levado à colação no inventário, para equilibrar os quinhões entre os herdeiros. É possível dispensar essa colação, dentro dos limites da parte disponível, mas isso precisa estar expresso no ato da doação.
O que é doação com reserva de usufruto?
É a doação em que se transmite a propriedade do bem, mas se mantém para si o direito de usá-lo e de receber seus frutos enquanto viver. Na prática, permite doar um imóvel e continuar morando nele ou recebendo o aluguel, com a consolidação plena da propriedade no donatário apenas após o falecimento.
Holding familiar vale a pena?
Depende do tamanho e da natureza do patrimônio. Estruturas societárias familiares podem facilitar a gestão e a transmissão de patrimônios maiores, especialmente com imóveis de renda ou participações empresariais. Para patrimônios menores, o custo de manutenção costuma superar o benefício — por isso a avaliação é caso a caso, sem fórmula pronta.
O planejamento sucessório reduz o ITCMD?
O ITCMD incide tanto sobre doações quanto sobre heranças, com alíquotas e regras definidas por cada estado. O planejamento não elimina o imposto, mas permite organizar o momento e a forma da transmissão com previsibilidade — e evitar multas por inventário aberto fora do prazo.
Quanto custa um planejamento sucessório?
Por normas da OAB, não divulgo tabelas de honorários publicamente. O valor envolve:
- Honorários advocatícios, proporcionais à complexidade do patrimônio e dos instrumentos escolhidos
- ITCMD sobre eventuais doações
- Emolumentos de cartório e registros dos atos
Após uma conversa inicial, apresento uma proposta de honorários detalhada e personalizada, sem compromisso.
Quanto tempo leva para estruturar um planejamento sucessório?
Depende do patrimônio e dos instrumentos utilizados. O levantamento e a definição da estratégia costumam ser a etapa mais demorada; a formalização dos atos em cartório, com a documentação pronta, tende a ser rápida.
Não encontrou sua dúvida?
Cada caso tem suas particularidades. Me conte o seu — respondo pessoalmente.
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Primeiro passo
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A primeira conversa é confidencial e sem compromisso. Conte como está o patrimônio hoje — eu escuto, esclareço dúvidas e indico o caminho mais adequado.
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Prefere escrever? [email protected]
